Pensar a Economia no nosso planeta e os desafios da transição para um novo sistema de produção e consumo foram os temas do 7º Encontro Anual do Conselho da Diáspora Portuguesa, que decorreu dia 20 de Dezembro, em Cascais, onde o ministro dos Negócios Estrangeiros. Lançou um apelo à divulgação dos novos instrumentos de apoio ao investimento da diáspora
Na sua intervenção durante o 7º Encontro do Conselho da Diáspora Portuguesa, que reuniu conselheiros provenientes de diversos países, além de responsáveis, empresariais, económicos e políticos, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, lançou um apelo aos conselheiros presentes para difundam lá fora as oportunidades do Programa de Apoio ao Investimento da Diáspora recentemente criado.
Recorde-se que o programa foi apresentado por Augusto Santos Silva durante o IV Encontro de Investidores da Diáspora, que decorreu entre os dias 12 e 14 de dezembro, em Viseu, programa que visa canalizar apoios e incentivos e que é expressamente dirigido ao investimento oriundo da diáspora.
Nessa altura, o ministro anunciou também que haverá permanentemente candidaturas abertas nos programas geridos pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional para apoio ao investimento da diáspora.
Os trabalhos do encontro, que contou igualmente com as presenças do ministro, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, e do Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, foram encerrados pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que entregou aos novos Conselheiros da Diáspora Portuguesa os cartões de membro.
Novo sistema de produção e consumo
Pensar a Economia no nosso planeta e os desafios da transição para um novo sistema de produção e consumo foram os temas centrais do 7º Encontro Anual do Conselho da Diáspora Portuguesa (CDP).
O debate focou-se na oportunidade para Portugal, no quadro do compromisso da transição para uma economia neutra em carbono, da transição para uma economia digital ambientalmente sustentável e para um novo sistema de produção e consumo, de baixo desperdício e alto desempenho, que respeite os limites dos recursos ambientais e que, ao mesmo tempo, responda à procura global crescente de bens e serviços e às aspirações de progresso e conforto conquistadas nas últimas décadas pelas sociedades.
O CDP é uma associação privada sem fins lucrativos, fundada em 2012, com o Alto Patrocínio da Presidência da República e do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Em 2019, foi reconhecido pelo Estado Português com o estatuto de Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), pelo trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em favor das relações entre Portugal e África através da plataforma EurAfrican Forum. Para além do estatuto agora atribuído, em 2017 foi concedido à Instituição a distinção de Utilidade Pública.
O principal instrumento de intervenção é uma rede de ligação entre portugueses e luso-descendentes, a World Portuguese Network, que integra 96 membros, espalhados por 26 países e 50 cidades em 5 continentes, com intervenção e influência nas áreas da Economia, Ciência, Cultura e Cidadania.
































