Fazer do Real Madrid o único clube a vencer duas edições consecutivas da Champions, conquistar a primeira Taça das Confederações para a seleção portuguesa. A título individual, há recordes a bater, alguns dos quais pela
Cristiano Ronaldo já recebeu a Bola de Ouro referente a 2016, a quarta da carreira. Hoje é o principal favorito a receber o prémio com que a FIFA distingue o melhor futebolista do ano à escala global. Depois de ter conquistado o EURO 2016 e mais uma Champions League, o novo ano apresenta inúmeras metas ambiciosas para o craque português.
Comecemos pela seleção. Ronaldo precisa “apenas” de três golos para entrar no pódio dos futebolistas europeus com mais golos pela sua seleção, igualando os 71 do alemão Miroslav Klose. À frente deste estão apenas os húngaros Ferenc Puskas (84 tentos) e Sandor Kocsis (75).
O CR7 está ainda a quatro golos do recordista de apuramentos para o campeonato do mundo. O ucraniano Andriy Shevchenko fez 26 golos nas qualificações, o madeirense tem 22. Ou seja, outro registo perfeitamente ao alcance.
Apesar de não esconder que gosta de bater recordes a título individual, os principais objetivos que se adivinham para 2017 são, naturalmente, coletivos. O Real Madrid procura ser o primeiro clube a vencer duas edições consecutivas da Champions, desde que os atuais moldes da competição atualizaram a antiga Taça dos Campeões Europeus.
Existem os dois títulos internos em disputa no futebol espanhol, a liga e a Taça do Rei. Cristiano Ronaldo tem a mancha na carreira de apenas ter sido uma vez campeão espanhol nas sete temporadas que já completou com a camisola do Real Madrid, período no qual o Barcelona tem sido o clube hegemónico.
Neste momento, o clube da capital espanhola lidera destacado a liga do país vizinho, com mais quatro pontos do que o Sevilha e mais cinco do que o eterno rival catalão. E tudo isto com o Real Madrid ainda com um jogo em atraso, que lhe poderá permitir aumentar a vantagem face aos perseguidores.
No que toca à seleção, para além dos jogos de qualificação para o Mundial de 2018, que regressam em março, Ronaldo poderá juntar ao seu vasto currículo a conquista de um troféu no qual nunca participou, a Taça das Confederações. A seleção que chega a esta competição como campeã europeia é cronicamente apontada como uma das principais candidatas a vencê-la.
Muitas balizas para onde rematar, muitos troféus a conquistar. Cristiano Ronaldo pode bem, ao longo dos próximos 12 meses, ter como referência o que logrou em 2016, inquestionavelmente um ano de sonho para o craque português.
































