O Banco da China quer abrir delegações em todos os países de língua portuguesa, disse a semana passada, em Lisboa, o presidente do Conselho de Supervisão, justificando o interesse com o facto de se tratar de uma instituição financeira com carácter global.
“Temos todo o gosto em abrir delegações nos países de língua portuguesa”, disse Wang Xiquan durante a intervenção de encerramento do “Seminário de comunicação e cooperação financeira internacional da iniciativa ‘Faixa e Rota’”, que decorreu até 4 de dezembro, na capital portuguesa.
O presidente do Conselho de Supervisão do Banco da China adiantou que a instituição “servirá de ponte para a comunicação entre a China e os países de língua portuguesa, facilitando a entrada” na China e ajudando “a desenvolver a cooperação nestes países.”
“O Banco da China é um banco global, com o objetivo de prestar serviços e cooperar com os governos de todo o mundo, e gostaríamos de ter cada vez mais intercâmbios nas áreas económicas e financeiras, para podermos ser úteis”, concluiu o banqueiro, citado pela agência noticiosa Lusa.
O Banco da China está já presente em Angola, no Brasil e em Portugal.
































