Esta é a segunda edição do programa, que no ano passado contou com 23 startups europeias.
O programa China Start quer levar startups e empreendedores portugueses à China, promovendo o conhecimento do mercado, parcerias locais e o acesso a investidores.
O programa foi apresentado pelo vice-reitor da Cheung Kong Graduate School of Business, Bo Ji, e visa dar a oportunidade às startups e empreendedores portugueses de expandirem os seus negócios na China, com base em três princípios-chave: conhecimento, parceiros e financiamento.
O vice-reitor explicou aos empreendedores a possibilidade de conhecerem o mercado, nomeadamente como se fazem negócios naquele país ou saber qual o tipo de consumidor, identifica e ajuda a encontrar os parceiros locais, usando os seus contactos, e promove o contacto com investidores chineses.
Organizada no âmbito da parceria entre a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Cheung Kong Graduate School of Business, uma das principais escolas de negócios da República Popular da China, esta formação de “alto nível e de baixo custo”, como é apresentada, visa identificar as dificuldades para empreendedores quando pensam em expandir os seus negócios para a China e pretende dar ferramentas para o sucesso.
O programa dá a oportunidade às ‘startups’ de permanecerem cinco dias na China, de 06 a 10 de março, e inclui a análise de ‘case-studies’ (estudos de caso), discussões de grupo, integra ainda visitas a multinacionais chinesas, como a Alibaba, Tencent, entre outras, além de importantes “pitch” (breve apresentação de uma empresa) de investimento.
A participação pode custar um máximo de cinco mil euros, mas os valores poderão ser bem mais baixos para sócios da CCILC ou para equipas.
































