O conjunto arquitetónico dos Clérigos, no Porto, monumento nacional que inclui torre e Igreja, atingiu este ano o recorde de um milhão e 300 mil visitantes contabilizados pelos sensores à entrada do edifício.
«Estamos a falar neste momento em cerca de um milhão e 300 mil pessoas, o que coloca os Clérigos como um dos principais locais de visita a nível nacional», avançou à agência Lusa o diretor executivo dos Clérigos, Luís Pedro Martins, referindo que este número só deverá ser ultrapassado pelo Castelo de São Jorge e Mosteiro dos Jerónimos (ambos em Lisboa).
O novo recorde de visitantes não é surpreendente para a Irmandade dos Clérigos porque a instituição tem vindo a verificar que havia um «número muito grande a entrar na Igreja» e que não ia à Torre dos Clérigos, nem ao museu, explicou Luís Pedro Martins.
As portas da Igreja dos Clérigos têm sensores desde o dia 01 de janeiro deste ano, um mecanismo que veio permitir registar «com exatidão o número de visitantes até ao dia de hoje», acrescentou o diretor executivo da Torre dos Clérigos.
A Torre dos Clérigos havia atingido um recorde de visitantes em 2017, com 665.785 mil entradas (80% de estrangeiros), mais 7% do que em 2016, um número explicado na altura com as entradas gratuitas no início da Quaresma e no Dia dos Namorados.
Até dia 30 deste mês, a Torre dos Clérigos vai estar visitável durante a noite (exceto nos dias 24 e 25), permitindo apreciar a cidade do Porto iluminada com as luzes de Natal.
































