Viseu é a cidade anfitriã do IV Encontro de Investidores da Diáspora, que tem lugar entre os dias 12 e 14 de dezembro. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, é uma organização conjunta do GAID – Gabinete de Apoio ao Investidor da Diáspora, da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, com o apoio da Câmara Municipal de Viseu, tendo como entidade parceira a Entidade Regional de Turismo do Centro.
Viseu foi a cidade escolhida para a realização do IV Encontro de Investidores da Diáspora, que terá lugar entre os dias 12 e 14 de dezembro. Estes eventos são uma iniciativa da Secretaria de Estado das Comunidades e realizados pelo GAID – Gabinete de Apoio aos Investidores da Diáspora, com a colaboração de entidades locais e trazem a Portugal investidores e empresários portugueses da Diáspora, para além da participação de empresas portuguesas que desejem internacionalizar os seus negócios. No caso de Viseu, para além do GAID, a iniciativa conta com a organização conjunta da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, com o apoio da Câmara Municipal de Viseu, tendo como entidade parceira a Entidade Regional de Turismo do Centro.
Os Encontros de Investidores da Diáspora – sempre subordinados ao tema “Conhecer para Investir” – representam hoje os eventos mais emblemáticos e abrangentes que o Gabinete de Apoio aos Investidores da Diáspora (GAID) organiza, já com cinco edições realizadas – Sintra (dezembro 2016), Viana do Castelo (dezembro 2017) e Penafiel (dezembro 2018), para além das duas iniciativas intercalares, de cariz regional, que tiveram lugar nos Açores (julho 2018) e Madeira (julho 2019).
E como referiu a secretária de Estado das Comunidades, Berta Nunes, no passado dia 11 de novembro, na apresentação pública da iniciativa, vão ser apresentadas «novas políticas dirigidas à diáspora portuguesa que pretendem concorrer para a territorialização do investimento e para que em todo o país haja cada vez mais oportunidades de criação de riqueza e de emprego, tanto para os cidadãos que vivem no território nacional, como para os portugueses residentes no estrangeiro e queiram investir ou regressar».
Leia o Dossier na íntegra, na edição de dezembro da Revista PORT.COM
































