Em dezembro, havia mais de 100 portugueses a trabalhar nas três sedes das Nações Unidas (Nova Iorque, Genebra e Viena), em cargos considerados relevantes.
O Fundo das Nações Unidas de Apoio à População tem uma nova diretora da Representação Regional em Genebra com nacionalidade portuguesa: Mónica Ferro. O Ministério dos Negócios Estrangeiros português descreve esta posição como de “extrema importância e visibilidade na área da população e cooperação internacional para o desenvolvimento”.
Ferro, de 44 anos, é professora de Relações Internacionais no ISCSP-Universidade de Lisboa, e desempenhou funções como secretária de Estado Adjunta e de Defesa Nacional no anterior Governo (PSD-CDS/PP).
Em comunicado, o Governo fala em “justo reconhecimento de um relevante percurso” e dedicação às questões da população, em particular mulheres e jovens.
Como diretora do escritório de Genebra, Ferro será a líder máxima do Fundo da População em Genebra e terá responsabilidade global pela gestão das relações do Fundo com todas as agências da ONU, missões diplomáticas permanentes e organizações internacionais em Genebra. O Fundo tem seis escritórios com a função de liaison: para além de Genebra, estão em Addis Abeba, Bruxelas, Copenhaga, Tóquio e Washington.
Para além do secretário-geral da ONU, António Guterres — eleito no fim do ano através de um sistema elogiado pela inédita abertura e transparência —, há portugueses um pouco por todos os continentes e em toda a estrutura da ONU.
































