A candidatura a património mundial pretende contribuir para a valorização e promoção monumental e ambiental daquele conjunto arquitetónico.
O dossiê com a candidatura do Palácio de Mafra a património mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) já foi submetido.
Em comunicado, a autarquia considerou que “correspondeu a uma etapa histórica neste complexo e exigente processo, que permitirá a tomada de decisão da UNESCO”.
A organização da candidatura foi efetuada pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), com a colaboração do Palácio Nacional, Escola das Armas, Tapada Nacional e paróquia de Mafra.
Segundo, a Lusa a intenção será fazer coincidir o anúncio UNESCO com as comemorações dos 300 anos do lançamento da primeira pedra do palácio. A data assinala-se este ano, a 17 de novembro.
A candidatura a património mundial pretende contribuir para a valorização e promoção monumental e ambiental daquele conjunto arquitetónico, ao contribuir para a atração de turistas e para o desenvolvimento socioeconómico do concelho.
































