O projeto do arquiteto português Álvaro Siza Vieira para o antigo Banco Borges e Irmão, em Vila do Conde, foi o distinguido na primeira edição do prémio, em 1988.
Portugal tem 13 projetos nomeados para o Prémio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia Mies van der Rohe 2017, anunciou hoje a Comissão Europeia, que divulgou a lista dos 356 selecionados, provenientes de 36 países.
A lista será depois reduzida a um grupo de 40 candidatos e, novamente, para cinco finalistas candidatos ao galardão, cujos vencedores serão conhecidos a 26 de maio.
O prémio, no valor de 60 mil euros, instituído em 1987 pela Comissão Europeia e pela Fundação Mies van der Rohe, com sede em Barcelona, é considerado “um dos galardões de maior prestígio” na área da arquitetura, destaca o comunicado da Comissão Europeia.
De acordo com a mesma fonte, 13 dos projetos da lista de nomeados estão construídos em Portugal: a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo (Inês Lobo Arquitetos), o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa (Ateliê britânico AL_A – Amanda Levete), Casas de Campo no Trebilhadouro, Vale de Cambra (Andre Eduardo Tavares Arquiteto), o Camping de Abrantes (Ateliê Rua), Centro Social e Cultural Costa Nova, na Gafanha da Encarnação (ARX Portugal Arquitetos), Mercado Municipal de Abrantes (ARX Portugal Arquitetos), a Escola Secundária Luís de Freitas Branco, em Oeiras (Célia Gomes + Pedro Machado Costa).
Estão igualmente nomeados o projeto do Instituto de Inovação e Investigação em Saúde – I3S, no Porto (Serôdio Furtado & Associados), o Solar da Porta dos Figos, em Lamego (Norvia – Consultores de Engenharia SA), a Casa em Oeiras (Pedro Domingos Arquitetos), o Museu Municipal Abade Pedrosa, em Santo Tirso (Álvaro Siza + Souto de Moura), a Sede da EDP em Lisboa (Aires Mateus) e o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves (Álvaro Siza Vieira).
































