Angola e a União Europeia assinaram, em Luanda, três acordos de financiamento no valor de 22 milhões de euros, para implementar programas nas áreas das finanças públicas, ensino superior e no âmbito do mecanismo de diálogo.
Os acordos enquadram-se nas Convenções de Financiamento do 11.º Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED) e foram assinados à margem da IV reunião Angola-União Europeia, no âmbito do programa “Caminho Conjunto”, que decorreu sob o lema “Avançar no Diálogo e na Cooperação”.
Um outro acordo para o empréstimo de 100 milhões de euros foi assinado entre o Ministério das Finanças e o Banco Europeu de Investimento (BEI), para a realização de investimentos nos setores das águas e saneamento.
Tomás Ulicný, chefe da delegação da União Europeia em Angola, afirmou que o período de implementação deste financiamento é de cerca de três anos, apesar de admitir a possibilidade de aumento de alguns fundos no final do ciclo previsto.
Georges Chikoti, representante permanente de Angola junto da UE, destacou a promessa de um maior compromisso da parte da União Europeia, que reconhece que Angola «mudou para o bem» e que é importante apoiar-se esses esforços em termos políticos, econômicos, sociais, «mas sobretudo passar a financiar projetos económicos». Chikoti também admitiu existirem agora «muitas possibilidades a acontecer entre Angola e a União Europeia», afirmando que só falta organização «a nível nacional».
































